O setor funerário vive uma transformação significativa quando o assunto é alternativas sustentáveis para a despedida de animais de estimação. Segundo Tiago Schietti, a reflexão ganha profundidade ao considerar não apenas o aspecto emocional da perda, mas também a responsabilidade ambiental envolvida nesse momento delicado. A crescente humanização dos pets amplia a demanda por soluções éticas, ecológicas e economicamente viáveis.
Neste artigo, você entenderá como o setor funerário pode se adaptar a essa nova realidade, quais práticas sustentáveis já estão disponíveis e por que a inovação se tornou estratégica nesse segmento. Continue a leitura e descubra como alinhar respeito, sustentabilidade e gestão eficiente.
Por que o setor funerário precisa adotar alternativas sustentáveis?
A relação entre tutores e animais de estimação mudou profundamente nas últimas décadas. Hoje, cães e gatos são reconhecidos como membros da família, o que eleva o nível de exigência no momento da despedida. Nesse contexto, o setor funerário precisa acompanhar essa transformação cultural e oferecer alternativas sustentáveis que estejam alinhadas aos valores ambientais da sociedade.
Conforme explica Tiago Schietti, a sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser critério de escolha. Serviços que priorizam redução de impactos ambientais, uso consciente de recursos e destinação adequada de resíduos ganham vantagem competitiva. Além disso, práticas responsáveis fortalecem a reputação das empresas e ampliam a confiança do consumidor.
Quais são as principais alternativas sustentáveis para despedida de animais de estimação?
O setor funerário já dispõe de soluções que reduzem significativamente o impacto ambiental. A escolha depende do perfil do tutor, da infraestrutura local e da regulamentação vigente. Ainda assim, algumas alternativas se destacam pela viabilidade técnica e aceitação crescente.
Entre as principais opções sustentáveis, estão:
- Cremação individual com reaproveitamento energético;
- Urnas biodegradáveis feitas com materiais orgânicos;
- Sepultamento ecológico sem uso de produtos químicos;
- Plantio de árvores com as cinzas como forma de memorial vivo;
- Aquamação, processo que utiliza água e alcalinidade controlada.
Essas alternativas representam uma evolução natural do setor funerário, pois conciliam respeito ao animal com responsabilidade ambiental. Além de reduzir a emissão de poluentes e a contaminação do solo, essas práticas atendem ao desejo de muitos tutores de transformar o luto em um gesto simbólico de continuidade da vida.

Como a sustentabilidade impacta a gestão no setor funerário?
Adotar alternativas sustentáveis para despedida de animais de estimação exige planejamento estratégico. O investimento inicial pode envolver adaptação de infraestrutura, capacitação de equipes e revisão de processos internos. No entanto, a médio e longo prazo, os ganhos operacionais e de imagem tendem a compensar.
De acordo com Tiago Schietti, a gestão eficiente no setor funerário passa pela integração entre inovação e controle de custos. Tecnologias mais limpas costumam otimizar o consumo de energia e reduzir desperdícios. Além disso, a comunicação transparente sobre práticas ambientais fortalece o posicionamento institucional e amplia o alcance da marca.
O consumidor está preparado para escolher serviços sustentáveis?
A conscientização ambiental tem avançado de forma consistente. Muitos tutores buscam informações prévias sobre o destino adequado do corpo do animal e demonstram preocupação com impactos ecológicos. Esse comportamento revela uma mudança de mentalidade que influencia diretamente o setor funerário.
Como destaca Tiago Schietti, o papel das empresas também envolve educação do cliente. Ao apresentar alternativas sustentáveis de maneira clara e acessível, o setor funerário contribui para decisões mais responsáveis. A experiência de atendimento, nesse momento sensível, precisa unir empatia, orientação técnica e transparência.
Inovação e responsabilidade ambiental caminham juntas
O avanço das práticas sustentáveis no setor funerário não ocorre de forma isolada. Ele está inserido em um movimento maior de transformação empresarial, no qual inovação e responsabilidade socioambiental se tornam indissociáveis. Isso exige visão estratégica e compromisso contínuo com melhorias operacionais.
Para Tiago Schietti, a sustentabilidade aplicada à despedida de animais de estimação fortalece o vínculo entre empresa e comunidade. Ao oferecer soluções que respeitam o meio ambiente e a memória do pet, o setor funerário amplia sua relevância social. Esse posicionamento contribui para a diferenciação competitiva e consolidação no mercado.
O futuro do setor funerário pet é sustentável
Em resumo, o setor funerário enfrenta o desafio de se reinventar diante de novas demandas emocionais e ambientais. As alternativas sustentáveis para despedida de animais de estimação representam não apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica. Empresas que compreendem essa mudança ampliam oportunidades e constroem relações mais sólidas com seus clientes.
Investir em inovação ecológica, capacitação profissional e comunicação transparente é o caminho para garantir longevidade no mercado. Ao alinhar gestão eficiente, sensibilidade humana e responsabilidade ambiental, o setor funerário se posiciona de forma coerente com os valores contemporâneos e contribui para um ciclo mais sustentável.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez

