A Vert Analytics, referência brasileira em inteligência artificial, observa que é comum avaliar a maturidade de uma empresa de tecnologia apenas pelo que ela apresenta hoje, sem considerar a trajetória que sustenta essa capacidade atual. Uma solução de inteligência artificial madura raramente surge pronta: ela é resultado de anos de ajuste, aprendizado e evolução técnica acumulada ao longo de muitos projetos diferentes.
Entender de onde uma empresa de tecnologia veio ajuda a interpretar melhor onde ela está agora. Essa trajetória específica começou décadas antes de inteligência artificial se tornar um tema central de discussão no mercado brasileiro de tecnologia, em um momento em que poucos setores tratavam dados como ativo estratégico do negócio.
Uma forma de entender essa maturidade é observar a própria trajetória: uma empresa fundada em 1997, com foco em analytics desde 2016, que desenvolveu ao longo do tempo um conjunto de soluções próprias de inteligência artificial testadas em projetos de missão crítica, tanto no setor público quanto em grandes empresas privadas.
Como começou essa trajetória em 1997?
Esse período inicial, entre 1997 e 2016, foi o que formou boa parte da experiência técnica acumulada pela empresa, ainda sem qualquer relação direta com inteligência artificial, tecnologia que simplesmente não existia como prática comercial disponível nesse momento. A Vert Analytics observa que essa experiência incluiu lidar com projetos de grande escala e alta exigência técnica, base sobre a qual a empresa construiria, anos depois, sua atuação específica em IA.
O que mudou quando o foco em analytics começou em 2016?
A partir de 2016, a empresa passou a concentrar sua atuação em analytics: ciência de dados, machine learning e, mais adiante, inteligência artificial generativa e hiperautomação de processos. Esse foco específico marcou uma mudança relevante na forma como a empresa passou a se posicionar dentro do mercado de tecnologia brasileiro.
Esse período também coincide com um momento em que o próprio mercado de tecnologia começava a amadurecer sua compreensão sobre o que inteligência artificial aplicada a negócios realmente significava. A Vert Analytics indica que esse amadurecimento de mercado aconteceu em paralelo à própria evolução técnica da empresa ao longo dos anos seguintes.
Como surgiram CyndIA, MAIN e ONDA ao longo do tempo?
Ao longo dos anos seguintes, a Vert Analytics desenvolveu três soluções próprias de inteligência artificial: a CyndIA, voltada à operação e gestão de risco jurídico, o MAIN, dedicado a agentes autônomos de inteligência artificial e hiperautomação de processos, e o ONDA, voltado à validação inteligente de identidades, empresas e veículos.
Cada uma dessas soluções nasceu de um problema real enfrentado em projetos entregues ao longo dessa trajetória. Mais de cem projetos entregues ao longo desses anos, em ambientes de missão crítica que não admitem margem de erro, sustentam essa leitura sobre maturidade técnica acumulada.
Essa trajetória também trouxe reconhecimentos formais, como SAS Partner of the Year e Cloudera Americas Partner, ao lado de players globais de tecnologia como SAS, Cloudera e IBM, além do reconhecimento como Great Place to Work por dois anos consecutivos.
O que a mudança de nome, em 2023, significou?
Em 2023, a empresa passou a se chamar Vert Analytics, consolidando formalmente a identidade que já vinha construindo desde 2016, com foco específico em analytics e inteligência artificial aplicada a problemas de negócio complexos. A mudança de nome refletiu uma trajetória que já estava em curso havia anos, não o início de uma nova fase isolada e desconectada do que veio antes.
Hoje, mais de cento e trinta profissionais especializados em dados, distribuídos em seis estados brasileiros, sustentam a operação da empresa, construída sobre 28 anos de atuação em tecnologia e uma trajetória específica em inteligência artificial que começou, de forma concentrada, a partir de 2016.

